Presidente da CCJ gasta R$ 8 mil por mês com segurança privada
Ele
entrou na lista negra do Planalto ao deixar claro que não pretende trabalhar em
favor de Michel Temer
O presidente da CCJ da Câmara, Rodrigo Pacheco
(PMDB-MG), sabe o risco que está correndo. Comandante do colegiado onde vem
tramitando a denúncia contra Michel Temer, o deputado gasta 8 300
reais por mês de sua verba de gabinete com o serviço de “segurança pessoal
privada” – o que é permitido pelo Regimento Interno da Casa.
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A nota fiscal disponível no site da Câmara não
especifica o serviço, se envolve a atuação de guarda-costas ou diz respeito
apenas a um trabalho de vigilância e/ou monitoramento do escritório parlamentar
em Minas, por exemplo.
Embora já tenha anunciado que não moverá uma palha
em favor do presidente, o investimento em auto-proteção não tem a ver com o
fato de ele ter entrado na lista negra do Planalto. Pacheco já usava dinheiro
público para contratar a empresa Olímpio Segurança e Vigilância antes mesmo de
assumir a presidência da CCJ.
