terça-feira, 6 de março de 2018

O CAMINHO DA LEALDADE E RESPEITO

 Despontando como um jovem líder político de Ouro Velho, o atual Vice Prefeito, Flávio Henrique (num regime para emagrecer e sempre sorridente), mais conhecido por IKE (ou Ique), reúne todos os caracteres para que continue o trabalho da Prefeita Natália de Dr. Júnior, que tão bem vem administrando o município de Ouro Velho-PB, com o consequente apoio recebido pela Gestora e seu esposo, o médico Dr. Júnior e todo seu grupo, possivelmente (se não houver atropelos) indicando-o para concorrer ao cargo de Prefeito em 2.020.
Cumprindo rigorosamente o calendário de pagamentos das folhas dos efetivos/aposentados e contratados, a Prefeita Natália e Dr. Júnior procuram manter as mudanças visíveis que emplacaram Ouro Velho no rol do desenvolvimento, razão de más administrações passadas e falta de zelo a coisa pública, sendo, hoje, destaque atual como uma das pequenas cidades do Cariri paraibano que mais se apresentou em obras e gestão de mudanças.
Com todo o rol de crescimento, procurando sempre a harmonia política, o Vice Prefeito  Ike se mantém aliado e fiel ao grupo que governa o município, sem que haja "estranhamentos" e muito menos "ciumeira política" pelo destaque alcançado por esse jovem que comunga da atual gestão implantada pela Prefeita Natália e Dr. Júnior, chegando a assumir o Governo Municipal na ausência da Prefeita e se mantendo respeitoso com toda a sociedade da pacata cidade de Ouro Velho-PB. 

INDIGNADA ESTÁ A SOCIEDADE!

“Presidente não tem nada a esconder e está indignado”, diz Marun.

(Ministro Carlos Marun, deputado federal licenciado, dançando quando TEMER foi "inocentado" pelo Pleno da Câmara dos Deputados).
O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, disse que o presidente Michel Temer ainda não foi notificado oficialmente da decisão do ministro Luís Roberto Barroso, que autorizou a quebra do sigilo bancário do presidente.
Em entrevista à imprensa, Marun disse que o presidente está “indignado” com o fato. “O presidente vai divulgar seus extratos, não tem nada a esconder, mas encontra-se contrariado, e indignado até, por essa decisão que nós consideramos completamente indevida, principalmente pelo fato deste inquérito não possuir base fática alguma para justificar uma medida como essa”.
Em nota, divulgada na noite de hoje (5), a Presidência da República informou que Temer irá solicitar ao Banco Central todos os seus extratos bancários e a divulgação desses.
“O presidente Michel Temer solicitará ao Banco Central os extratos de suas contas bancárias referentes ao período mencionado hoje no despacho do iminente ministro Luís Roberto Barroso. E dará à imprensa total acesso a esses documentos. O presidente não tem nenhuma preocupação com as informações constantes  suas contas bancárias”, diz a nota, assinada pela Secretaria Especial de Comunicação Social.
O ministro Carlos Marun não precisou quando as informações sobre os extratos bancários do presidente serão divulgadas. “Não fomos notificados disso, mas entendemos que as notícias são verdadeiras”.
Barroso é o responsável no STF pelo inquérito que investiga o suposto favorecimento da empresa Rodrimar S/A por meio da edição do chamado Decreto dos Portos (Decreto 9.048/2017), assinado pelo presidente Michel Temer em maio do ano passado. Na ação, além de Temer, são investigados o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures e os empresários Antônio Celso Grecco e Ricardo Mesquita, donos da Rodrimar, empresa que atua no Porto de Santos.
Em janeiro, ao responder por escrito aos questionamentos dos delegados responsáveis pelo caso, a defesa do presidente Temer declarou que ele nunca foi procurado por empresários do setor portuário para tratar da edição do decreto, tampouco autorizou qualquer pessoa a fazer tratativas em seu nome.

TUDO "FARINHA DO MESMO SACO"

Maia confirma pré-candidatura à Presidência

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), confirmou que o DEM deve lançar o seu nome ao Palácio do Planalto na convenção do partido marcada para quinta-feira, 8.
Segundo Maia, a construção da sua candidatura vem acontecendo ao longo dos meses” e só depende agora do aval formal da cúpula do partido. “Muitos colegas, parte da sociedade civil, alguns empresários estão vendo nossa gestão na Câmara, essa coragem de enfrentar temas de muitos anos atrás. Agora é esperar a convenção”, afirmou em entrevista ao programa 90 Minutos, do apresentador José Luiz Datena, na Rádio Bandeirantes.
Para ele, a população está cansada da polarização entre PT e PSDB, que desde a redemocratização se revezam na Presidência. “As pesquisas mostram uma rejeição contra esses partidos”, declarou. Maia também afirmou que o próximo presidente terá que ter “coragem” para enfrentar temas com pouco apelo popular, como a reforma da Previdência.
Com tom de pré-candidato, o presidente da Câmara também abordou outros assuntos como saúde, educação e transporte público. “São milhões de jovens sem estudo, muito deles no crime. Tem que olhar para essa juventude abandonada que precisa ser recuperada pela sociedade”, disse.(ISTO É)

segunda-feira, 5 de março de 2018

UMA BELA CAVALGADA

Numa festa de fé e cultura, foi realizada a Primeira Cavalgada dos Sertões interligando Tuparetama ao Distrito de Riacho do Meio, em São José do Egito-PE, com maciça participação do povo e de autoridades, como o ex deputado Zé Marcos, Waldemar Borges, o federal Gonzaga Patriota, Vereadores, Prefeitos ex Prefeitos que participaram tanto dos Shows de Chico Arruda, Gaelgo do Pajeú, Rafael Moura, na fazenda Viladão e em Riacho do Meio Chiquinho de Belém e Santana, o Cantador.
Pessoas da Paraíba e diversas cidades de Pernambuco deram o ar da graça no evento que chamou a atenção pelo número de participantes e observadores, gerado pela expectativa da Primeira Cavalgada dos Sertões, idealizada pelo Pe. Brás Costa e amigos.
Encabeçando uma luta que já perdura por alguns anos, ou seja, a pavimentação dos 09km que liga a PE 320 a Tuparetama, forças se unem para que se consiga o feito, fato da Barragem de Ingazeira encontrar-se em fase de conclusão e a esperança de que o desenvolvimento atinja a toda a região, nos faz pensar maior e em defesa do povo, melhorando a fluidez de cargas e produtos, bem como nos aproximando das demais centros. 
Diante de uma platéia considerável, Pe. Brás Costa e Pe. Ailton enveredaram no assunto que mais diz respeito momentâneo: o inveno que muda a paisagem sertaneja e alegra a todos

PRIMEIRA CAVALGADA DOS SERTÕES: UM GRANDE SUCESSO

Editando matéria para publicação sobre a 1a. Cavalgada dos Sertões, entre Tuparetama/Riacho do Meio, com efetiva participação de  cavaleiros e amazonas. Aguardem! 

A PIOR LEVA DE CANDIDATOS E O DESCRÉDITO DO POVO

Desaprovação de presidenciáveis se mantém elevada

Faltando sete meses para as eleições presidenciais, nenhum dos pré-candidatos vinculados ao governo e ao centro político tem taxa de aprovação superior a dois dígitos, segundo o Barômetro Político Estadão-Ipsos, pesquisa de opinião pública que todos os meses avalia a imagem de personalidades do mundo político e do Judiciário.
O presidente Michel Temer, que cogita disputar a reeleição pelo MDB, é aprovado por apenas 4% da população, de acordo com o levantamento do instituto Ipsos. Feita na primeira quinzena de fevereiro, a pesquisa não captou os efeitos da intervenção federal na área de segurança pública no Rio de Janeiro.
Temer vê na intervenção uma maneira de ampliar sua popularidade e, assim, aumentar suas chances na primeira eleição presidencial que pretende disputar como cabeça de chapa. A medida foi anunciada dias antes da possível derrota, na Câmara, da principal bandeira da atual gestão, a reforma da Previdência. A desaprovação ao presidente está na casa dos 93%.
Outro possível representante do atual governo na campanha presidencial, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), é aprovado por apenas 5% da população. Meirelles está em tratativas para mudar de partido e disseque faz pesquisas para medir seu potencial de votos.
O ministro tem como trunfo a volta do crescimento do PIB em 2017, após dois anos de retração – mas a taxa de expansão da economia foi de apenas 1%, e o desemprego voltou a crescer em janeiro. “A melhora dos indicadores econômicos ainda não alterou o dia a dia das pessoas”, observou o diretor do Ipsos, Danilo Cersosimo.
Representante do centro político, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), deve anunciar nesta semana sua candidatura à Presidência. Segundo o Ipsos, ele tem taxas de aprovação, desaprovação e desconhecimento similares às de Meirelles – 4%, 69% e 27%, respectivamente.
No PSDB, que se afastou de Temer no final do ano passado, Geraldo Alckmin é aprovado por 20% dos eleitores, e desaprovado por 68% – suas taxas pouco oscilaram nos últimos três levantamentos do Ipsos.
O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) tem taxas um pouco melhores que as de Alckmin: aprovação de 24% – oscilação de três pontos para cima desde o levantamento anterior – e desaprovação de 58%.
A pesquisa Ipsos não é de intenção de voto. O que os pesquisadores dizem aos entrevistados é o seguinte: “Agora vou ler o nome de alguns políticos e gostaria de saber se o (a) senhor(a) aprova ou desaprova a maneira como eles vêm atuando no País”. O Ipsos ouviu 1.200 pessoas em 72 municípios do País, entre os dias 1.º e 16 de fevereiro. A margem de erro do levantamento é de 3 pontos porcentuais.(ISTO É)

"CADA UM PIOR DO QUE O OUTRO"

Alckmin entra no jogo

O tucano, pela primeira vez, fala e age como candidato e, aos poucos, começa a dar pistas do programa econômico que irá adotar caso alcance o Planalto

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, cultiva um cacoete retórico que guarda relação direta com sua personalidade. Gosta de falar pausadamente dando ênfase às sílabas, as quais pronuncia de maneira separada, quase didática – algo que jamais uma pessoa hiperativa faria. Alckmin é assim. Para ele, tudo a seu tempo. Pois ele decidiu que, agora, – não antes, como queriam caciques tucanos, – é o momento de entrar no jogo sucessório ao Planalto. Em 7 de abril, quando se desincompatibilizar do cargo de governador para virar oficialmente candidato a presidente, Alckmin terá passado 4504 dias no comando do estado que reúne quase 25% do eleitorado brasileiro – um recorde. A aprovação de quase 55% dos paulistas, avalia o tucano, o credencia para mostrar ao País que, se ajudou São Paulo a se desenvolver, pode fazer o mesmo pelo Brasil.
Em geral mais reservado, o tucano começou a baixar suas cartas. Embora bem avaliado em áreas críticas, como saúde e segurança, Alckmin preferiu, no início da largada, dar pistas do caminho que seguirá no plano econômico, caso seja eleito presidente: prometeu adotar em seu programa de governo o liberalismo como a linha mestra do desenvolvimento. O plano já está sendo alinhavado pelo banqueiro Pérsio Arida, um dos pais do Real. A idéia é acabar com a “gastança de dinheiro público” e privatizar tudo o que for viável para deixar a máquina pública mais leve e eficiente. Retomando o discurso interrompido pela derrota para Lula em 2006, ele adiantou que venderá a Petrobras e até a Caixa, deixando de fora, num primeiro momento, o Banco do Brasil. Se em 2006 ele perdeu as eleições porque vacilou na defesa das privatizações no segundo turno, desta vez ele desfralda a bandeira das parcerias, concessões e privatizações, como a principal saída de prosperidade e geração de empregos para um estado falido como o brasileiro – um discurso em sintonia com o espírito do tempo e os reclamos de uma sociedade enfastiada do que se convencionou chamar de Estado-babá, gigante, excessivamente interventor e ao mesmo tempo ineficiente e corrupto.
Considerado um conciliador, Alckmin passou a se sentir mais à vontade para falar de seu projeto nacional depois que o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio (PSDB), anunciou a desistência de concorrer às prévias do partido contra ele para a escolha do candidato a presidente da República. A peleja seria realizada em março. Sem a menor chance de vitória, Virgílio jogou a toalha. Sem opositor internamente, e com a desistência de fortes concorrentes tidos como forasteiros, como o apresentador Luciano Huck, Alckmin pode, finalmente, falar com maior segurança sobre seus planos