segunda-feira, 12 de março de 2018

A IMAGEM É REAL, MAIS É CÔMICA! TEMER, LULA E RENAN CALHEIROS. O QUE DIZER DA POLÍTICA NACIONAL?

Li com atenção a matéria  do blog do Nill Júnior,  dela fiz uma singela reflexão sobre os fatos ocorridos nos últimos anos na política nacional, daí observando, com humildade, como alguém se mantém no poder por tantos anos com tantos erros cometidos e denúncias formuladas contra si.
Temer, denunciado várias vezes, Renan sob incontáveis desmandos praticados e Lula (em relação a foto do blog do Nil Júnior), que entrou pela "Porta da Frente" no Palácio do Planalto, com apoio do povo, vindo a sucumbir-se nas adesões partidárias em compras de Deputados e Senadores para fazer "a base", segundo José Dirceu, à época do Mensalão, denunciado por Roberto Jefferson (ex Deputado e ex Presidiário) e tantos outros (que inclusive estão presos, como o ex Deputado Pedro Correa), sendo Jefferson, hoje, aliadíssimo de Temer.
Como pode o comando de qualquer governo editar o apoio de alguém que suja a política com a falta de pudor, dignidade e respeito ao povo, enquanto seu representante? O juramento que fazem todos os políticos brasileiros deveria ser cumprido, rigorosamente, pois, caso contrário, fere de morte a Constituição brasileira.
E quem é Renan Calheiros? Um político alagoano que o Sistema de governança em voga na Capital Federal sempre mantém os algozes do povo sob o julgo de que "governam para eles(o povo)". Uma ladainha mesquinha e copiosamente criminosa já que a cada dia se desdobram ações que comprovam o desvio de condutas, improbidade, chegando-se ao ponto de malas, bolsas, pacotes, cuecas, meias e o ‘escambau’ mais, recheados de dinheiro que não chega ao povo, porém, aos corruptos.
Um político da estirpe de Renan Calheiros não deveria gozar de nenhuma deferência  de governo algum. Foi aliado de FHC. de Lula, de Dilma, de Temer e de quem mais vier a governar o Brasil, fato de que a ele interessa o Poder, nada mais do que o Poder. 
Infelizmente, a política praticada no Brasil enoja a todos que por ela tem respeito.

"Supremo autoriza abertura de 12º inquérito contra Renan Calheiros
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli decidiu abrir, na sexta-feira (18), um inquérito contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), para investigar crimes de lavagem de dinheiro e peculato. Com a decisão, Renan passa a responder a 12 inquéritos no Supremo, sendo oito deles relacionados a investigações da Operação Lava Jato" (Fonte: Último Segundo)



Renan diz que Temer “encolheu” e que prisão de Lula vai gerar crise institucional

Publicado em Notícias por  em 11 de Março de 2018
Pegando carona na popularidade do ex-presidente Lula com vistas às eleições de outubro, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) gravou mais um vídeo em que, além de fazer uma previsão a respeito do que acontecerá caso o petista seja preso, diz que o presidente Michel Temer (MDB), seu ex-aliado, “encolheu” diante do quadro institucional brasileiro.
O senador, que errou a previsão anterior sobre o ex-presidente, agora parece admitir que o aliado pode ser preso em breve.
Segundo Renan, Lula foi condenado sem provas e, por isso, prendê-lo “sem trânsito em julgado” – ou seja, esgotadas todos as possibilidades de recursos em todas as instâncias – seria algo perigoso. A eventual prisão, diz o emedebista, atiraria o país “na mais insana e inconcebível crise institucional”.
Sobrou até para os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE). “Nenhuma democracia sobrevive sem Constituição e sem que um dos Poderes assuma a condição de Poder Moderador. O Michel encolheu; a omissão dos chefes do Legislativo encolheu o Congresso Nacional. Não tem jeito…”, declara o senador.

“Quando, na [Assembleia Nacional] Constituinte, nós criamos o Supremo Tribunal Federal foi para guardar a Constituição [Federal de 1988]. Protegê-la, garanti-la, defendê-la. Não para modificá-la. Não cabe ao Supremo Tribunal Federa fazer isso – falo com a responsabilidade de quem aprovou e promulgou 37 emendas à Constituição nas quatro vezes em que presidi o Congresso Nacional”, discursa Renan, para quem o STF “tem que ser o Poder Moderador” e não deve permitir que outro Poder assuma tal papel.