STF ouve Funaro sobre acordo de delação; Fachin deve decidir se irá
homologar
Operador
financeiro participou de audiência nesta segunda no Supremo. Acordo de delação
foi assinado em 22 de agosto e enviado ao STF porque pessoas com foro
privilegiado foram citadas.
O
Supremo Tribunal Federal (STF) ouviu nesta segunda-feira (4) o operador
financeiro Lúcio Funaro, que fechou acordo de delação premiada com o Ministério
Público Federal no âmbito da Operação Lava Jato.
Funaro está preso e foi
levado do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, para a sede do
Supremo. Ele foi ouvido por um juiz auxiliar do ministro Luiz Edson Fachin,
relator da Lava Jato.
O procedimento desta
segunda é praxe em acordos de delação. É neste momento que o colaborador é
ouvido para dizer se fechou o acordo por livre e espontânea vontade ou se foi
pressionado.
Lúcio Funaro assinou o
acordo de delação no último dia 22 de agosto e o caso foi remetido ao Supremo porque o delator citou
nos depoimentos nomes de pessoas com foro privilegiado, entre os quais o do presidente Michel Temer.
