Sindicatos e movimentos sociais promovem
protestos em todo o país
Manifestações são contra a reforma da previdência e a reforma
trabalhista.
Em São Paulo, a manifestação terminou na Avenida Paulista.
Em São Paulo, a manifestação terminou na Avenida Paulista.
Sindicatos e movimentos
sociais promoveram protestos em todo o país nesta quarta (15) contra a reforma
da previdência e a reforma trabalhista.
Em São Paulo, a manifestação terminou na Avenida
Paulista. Professores e representantes de centrais sindicais se reuniram em
frente ao MASP e fecharam a avenida.
O ex-presidente Lula esteve presente. Os
manifestantes tentaram fechar outra avenida, mas a polícia impediu e houve um
princípio de tumulto.
São Paulo amanheceu sem ônibus e com o metrô
funcionando parcialmente. Ao longo do dia, a situação se normalizou. Na rodovia
Raposo Tavares, os manifestantes interromperam o trânsito e furaram os pneus
dos ônibus.
No Rio, uma passeata interrompeu o trânsito
nas principais avenidas do centro. Mascarados entraram em confronto com a
polícia e uma pessoa ficou ferida. Houve agências bancárias e escolas não
funcionaram.
Houve bloqueios também em três rodovias na Serra
Gaúcha. A manifestação em Porto Alegre durou três horas. A concentração
começou às 17h, na esquina Democrática, e os manifestantes saíram em caminhada
pelas ruas do centro.
Os ônibus pararam em Florianópolis e Curitiba.
Na capital do Paraná não teve coleta de lixo. A paralisação atingiu escolas e
bancos. Os manifestantes fizeram uma caminhada à tarde.
Algumas escolas não abriram em Belo Horizonte. Postos de saúde e estações
do metrô estavam fechados pela manhã. Trabalhadores de vários setores fizeram
uma passeata pelas ruas do centro da capital mineira. O protesto só terminou no
fim da tarde, na Praça da Assembleia.
O Ministério da
Fazenda em
Brasília foi invadido pela manhã. Paredes foram picharam e alguns vidros do
Ministério quebrados. Outros grupos de trabalhadores fizeram atos pacíficos na Esplanada durante o dia.
Em Goiânia,
o protesto terminou em confusão entre a PM e um grupo de manifestantes. Escolas
e creches não funcionaram nesta quarta (15). Em Campo Grande, a greve de ônibus
durou duas horas.
O metrô do Recife não funcionou pela manhã.
Manifestantes atearam fogo a pneus na BR-101 e bloquearam o trânsito na região
metropolitana. Os manifestantes furaram pneus dos ônibus em Fortaleza.
Em Salvador, não houve aula na Universidade Federal.
Na região Norte, as escolas de Rio Branco no Acre suspenderam as aulas e em Porto Velho os servidores da educação iniciaram
uma greve nesta quarta (15) por tempo indeterminado.