O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, os ex-ministros Antonio Palocci, Guido Mantega, Edinho Silva e Paulo Bernardo, além da senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, e o ex-tesoureiro do partido João Vaccari Neto.
A denúncia aconteceu no âmbito da Operação Lava Jato e foi oferecida no inquérito que apura se o PT formou uma organização criminosa para desviar dinheiro da Petrobras. "Janot denuncia Lula, Dilma e PT por organização criminosa”, destaca O Globo na manchete.
O Estado de S.Paulo informa que a apreensão no "apartamento" do ex-ministro Geddel Vieira Lima atingiu a cifra de R$ 51 milhões, um recorde no Brasil no caso de dinheiro vivo.
A manchete do jornal, contudo, trata da novo áudio dos delatores da JBS e o possível enfraquecimento de Janot após o conteúdo ser divulgado.
Para o Estadão, a gravação sugere que o procurador-geral sabia que Joesley Batista e seus executivos iam delatar o presidente Michel Temer. "Gravação de delatores da J&F deixa Janot sob pressão”.
No seu título principal, a Folha de S.Paulo trata da suposta atuação do ex-procurador Marcelo Miller para favorecer a delação da JBS, já abordado no blog. "Audio sugere que procurador atuou em delações da JBS”.