quinta-feira, 2 de março de 2017

É MUITO FURTO E POUCAS PRISÕES

Em depoimento ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ex-presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht disse que doou R$ 150 milhões à chapa Dilma-Temer na eleição de 2014. Ele não disse exatamente quanto desse valor repassado era propina. Em nota, a assessoria de Dilma nega que ela tenha autorizado pagamentos via caixa 2 em suas campanhas presidenciais. O empresário disse ainda que os ex-ministros Antônio Palocci e Guido Mantega receberam R$ 300 milhões.

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 O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, o dono do jornal Diário do Grande ABC, Ronan Maria Pinto, e mais 3 pessoas foram condenadas por lavagem de dinheiro na Lava Jato. É a 1ª condenação de Delúbio na operação. A pena é de cinco anos de prisão em regime fechado.

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A Justiça autorizou o envio de 19 perguntas do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) ao presidente Michel Temer. As perguntas são do processo em que Cunha é acusado de desvio de dinheiro em um fundo de investimento do FGTS administrado pela Caixa. Cunha quer saber, por exemplo, se Temer teve responsabilidade na nomeação de diretores do banco estatal.



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O Tribunal Superior Eleitoral mandou que o PSDB explique doações feitas em 2014 pela construtora Andrade Gutierrez à campanha presidencial do senador Aécio Neves. A diferença do que foi doado e o que foi declarado seria de R$ 6,3 milhões.





O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) é o novo ministro das Relações Exteriores. Ele foi escolhido por Temer para ocupar o lugar do também senador José Serra (PSDB-SP), que deixou o cargo alegando problemas de saúde. Aloysio Nunes participou de guerrilhas armadas contra a ditadura militar, é formado em Direito pela USP, teve diversos cargos públicos e concorreu à presidência como vice-presidente em 2014, na chapa de Aécio Neves. Além de toda a narrativa histórica, também é citado na Lava Jato
(Fonte: G1)