Procuradoria denuncia Sérgio Cabral por
184 crimes de lavagem de dinheiro
Ex-governador do Rio, preso desde novembro em Bangu
8, é acusado de liderar organização criminosa formada por outros dez acusados,
inclusive seus antigos aliados na administração do Estado.
Como se sente, hoje, um dos homens mais influentes do Brasil, numa cela de Bangu 8? É notório o poder do ex governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. Eleito e reeleito, ainda elegeu o Prefeito do Rio de Janeiro, seu apadrinhado Eduardo Paes e o seu vice, como governador do Estado - Pezão.
Acostumado aos melhores vinhos e jantares a luz de velas, hoje, ele e a esposa estão sendo identificados pelo número de presidiário no sistema carcerário do Rio de Janeiro, onde governou (e roubou) absoluto.
O Brasil precisa ser passado a limpo e o povo brasileiro, educar-se politicamente, escolhendo os que se mostram competentes e honestos paro nos governar. A luz dos escândalos que ocorrem no País, não poderá ir para debaixo do tapete o que se apure. Deverá ser minuciosamente levantados, ordenadamente, com os devidos cuidados para não acusar a quem nada deve, no entanto, jogando a cada um a devida pena que lhe cabe se constatado a participação no desvio de conduta e pela prática de improbidade.
A operação Lava Jato escancarou as diversas faces malignas da política nacional, inclusive, Sérgio Cabral e seus asseclas. O que pretendem eles? Submergir com a operação Lava Jato e, no próximo pleito, com os bilhões conseguidos desonestamente comprarem a consciência dos despreparados políticos que por falta de condições não podem nem adoecer, estudar, comer ou mesmo viver dignamente. Voltam os larápios do povo com os bolsos rechonchudos de dinheiro e compram-lhes o maior ato de liberdade de uma democracia - o voto.
Querem eles fazer o que fez Sílvio Berlusconi na Itália. A Operação "Mãos Limpas", comandada pelo Procurador
da República Antonio Di Pietro e pelo juiz Giovanni Falcone, morto em atentado pelo crime organizado em 1992. Aqui no Brasil, não sejamos ignorantes ao ponto de pensarmos que não se trama algo contra a Lava Jato neste rastro de Crimes e permissividade. Todo cuidado é pouco!
Joel Gomes







