MPPE investiga denúncia de funcionários fantasmas
de Michelle e Cleiton Collins
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) instaurou um inquérito civil
público para investigar denúncias de existência de funcionários fantasmas nos
gabinetes da vereadora Michelle Collins (PP) e do marido dela, o deputado
estadual Pastor Cleiton Collins (PP). A portaria, assinada pela promotora de
Justiça Andrea Fernandes Nunes Padilha, apura irregularidades na contratação de
servidores que estariam ligados a outros órgãos. A medida foi publicada na
edição do dia 11 de janeiro deste ano, no Diário Oficial do MPPE;
A denuncia tem seu final da seguinte forma. Após os CONSIDERANDOS do MPPE:
...,
RESOLVE: INSTAURAR o presente INQUÉRITO
CIVIL PÚBLICO, para
investigar os fatos relatados, no âmbito de suas atribuições, com a finalidade de apurar as responsabilidades para adoção das medidas legais cabíveis, determinando as seguintes providências:
I – Autue-se a presente notícia de fato como inquérito civil, registrando-se em seguida a presente portaria no sistema de gestão de autos Arquimedes;
II – Reitere-se os ofícios expedidos em 12.12.2016, ainda sem resposta, à vereadora e ao Deputado mencionados, no sentido de que esclareçam a denúncia descrita;
III- Requisite-se laudo técnico da diretoria de Informática do MPPE, remetendo-se cópia integral desses autos, onde deve ser esclarecido se os argumentos expostos no parecer técnico nº 001/2016 são procedentes ou contêm lacunas, expondo ao final se a escolha da empresa contratada era, de fato, a melhor opção para a Prefeitura do Recife sob o ponto de vista técnico conforme as razões apontadas no documento;
investigar os fatos relatados, no âmbito de suas atribuições, com a finalidade de apurar as responsabilidades para adoção das medidas legais cabíveis, determinando as seguintes providências:
I – Autue-se a presente notícia de fato como inquérito civil, registrando-se em seguida a presente portaria no sistema de gestão de autos Arquimedes;
II – Reitere-se os ofícios expedidos em 12.12.2016, ainda sem resposta, à vereadora e ao Deputado mencionados, no sentido de que esclareçam a denúncia descrita;
III- Requisite-se laudo técnico da diretoria de Informática do MPPE, remetendo-se cópia integral desses autos, onde deve ser esclarecido se os argumentos expostos no parecer técnico nº 001/2016 são procedentes ou contêm lacunas, expondo ao final se a escolha da empresa contratada era, de fato, a melhor opção para a Prefeitura do Recife sob o ponto de vista técnico conforme as razões apontadas no documento;
Comunique-se sobre a providência adotada ao Conselho Superior e à
Corregedoria Geral do MPPE;
Cumpra-se.
Recife, 23 de dezembro de 2016.
Andrea Fernandes Nunes Padilha
Promotora de Justiça
(Fonte: DP ONLINE)
