quarta-feira, 18 de julho de 2018

COMO SER UM BOM FILHO?


Neste artigo, você verá que não é muito difícil entender o mundo dos seus pais em alguns passos. Sendo reconhecido como um bom filho, as coisas vão se tornar bem mais fáceis depois.
Saiba ouvir. Tenha paciência para ouvir seus pais. Se eles estão dizendo algo é porque estão preocupados com você! Esta é a base para todo o bom relacionamento familiar. Aliás, eles já viveram muito mais tempo que você e, portanto, têm muito mais experiência de vida e sabem muito bem o que estão dizendo. Pode parecer chato ter que cumprir as regras todos os dias, mas depois você pode negociar as regras em uma conversa.
Não precisa ser muito certinho. Converse com eles como você conversa com seu professor, já que os dois têm tarefas parecidas e ambos são autoridades. Mas não use gírias - eles podem considerar isso como uma falta de respeito. Se tiver algo importante para contar a seus pais, não enrole. Só não conte na hora; se você não estiver realmente preparado ou se seus pais estiverem nervosos com alguma coisa, isso pode gerar uma briga.
Lembre-se de que, em muitas das vezes, o irmão ou irmã mais velha tem ciúme de você por ter mais atenção dos pais; se for o caso em sua casa, comente isso com seus pais. Já os irmãos mais novos, sempre querem ser iguais a você, por isso se você quiser ter um irmãozinho legal, dê o exemplo para ele. Nunca coloque a culpa em seus irmãos! Admita que foi você.
Que tal um passeio pelo shopping ou um piquenique? Esse tipo de atividade estimula a união familiar. Você pode também marcar um dia para fazer as unhas com sua mãe, ajudar seu pai em alguma tarefa ou um passeio na biblioteca!

UM HOMEM PARA A HISTÓRIA - MANDELA 100 ANOS

No dia 16 de junho de 1964, oito homens, entre eles o líder antiapartheid e membro do Congresso Nacional Africano (ANC), Nelson Mandela, foi sentenciado à prisão perpétua no julgamento de Rivonia. Eles deixam o Palácio da Justiça em Pretória com os punhos erguidos através das janelas gradeadas do carro da prisão.
O líder sul-africano Nelson Mandela, junto a sua esposa Winnie, abandona a prisão depois de ser libertado após 27 anos na cadeia, em 1990.
O líder antirracista sul-africano, Nelson Mandela, investido 'Doutor Honoris Causa' pela Universidade Complutense, em Madri, durante a visita que realiza em Espanha para agradecer o apoio contra o apartheid. Na imagem, junto da sua esposa, Winnie Mandela, eM 1991.
Em junho de 1999, Nelson Mandela deixa a política. O presidente da África do Sul cede seu lugar no Parlamento ao seu sucessor, Thabo Mbeki, durante a sessão na que este foi eleito novo presidente do país, depois das segundas eleições legislativas. Mandela seguiria atuando como mediador em processos de paz como o de Burundi. Em 2004, um ano após ser diagnosticado com câncer de próstata, Mandela anunciou sua retirada definitiva da vida pública.

NO SEU DEVIDO LUGAR

Tribunal condena mulher de Cunha por evasão de divisas

A Oitava Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, sediado em Porto Alegre, condenou hoje (18) a jornalista Cláudia Cruz, esposa do ex-deputado federal Eduardo Cunha, a dois anos e seis meses de prisão pelo crime de evasão de divisas. Cabe recurso contra decisão, e a pena poderá ser revertida para medidas alternativas.
A maioria do colegiado entendeu que Cláudia Cruz, ao manter depósitos não declarados no exterior, se beneficiou de parte do dinheiro recebido como propina por seu marido no contrato entre a Petrobras e uma empresa petrolífera em Benin, na África.
De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), Claudia usou parte do dinheiro para gastos pessoais fora do país. Pelos mesmos fatos, Cunha foi condenado pelo juiz Sergio Moro a 15 anos e quatro meses de prisão e está preso em um presídio na região metropolitana de Curitiba.
A decisão do colegiado divergiu do entendimento de Moro, que, em maio do ano passado, absolveu a esposa de Cunha. Para o magistrado, a jornalista teve “participação meramente acessória” e considerou “bastante plausível” a alegação dela de que a gestão financeira da família era de responsabilidade de Cunha

A "MANDA CHUVA" DO PREFEITO DO RIO MARCELO CRIVELLA

De início, foi uma frase: “A Márcia trabalha comigo há 15 anos”, disse o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella. “Márcia, por favor.” Uma mulher negra e baixa, de braços largos e com a expressão encabulada, levantou-se de uma cadeira nos fundos do majestoso salão do segundo andar do Palácio da Cidade, uma das sedes da administração municipal, no bairro de Botafogo. Até então a assessora Márcia da Rosa Pereira Nunes era uma cidadã anônima. Ela atravessou o lugar com um bloco de notas nas mãos, espremendo-se entre cerca de 250 pastores e líderes de igrejas evangélicas até alcançar o chefe.
“Se os irmãos tiverem alguém na igreja com problema de catarata, se os irmãos conhecerem alguém, por favor falem com a Márcia”, disse Crivella ao lado da assessora, que costuma representá-lo em agendas com diretores de hospitais municipais e federais do Rio de Janeiro.
“Ela conhece os diretores de toda a rede federal, conhece o diretor de Ipanema, da Lagoa, do Andaraí, de Bonsucesso, do Fundão, conhece os diretores de todos os hospitais da rede municipal que eu já apresentei a ela, que já vieram e almoçaram conosco, de maneira que ela me representa em todos esses setores. Miguel Couto, Souza Aguiar, Lourenço, Salgado, Piedade e vai por aí afora”, continuou, emendando: “É só conversar com a Márcia, que ela vai anotar, vai encaminhar e, daqui a uma semana ou duas, eles estão operando”.


ORTEGA E O OUTRO LADO DA MOEDA

Governo Ortega lança ataque sobre cidade rebelde na Nicarágua, enquanto aumenta a pressão internacional

Estados Unidos, o secretário geral da ONU e 13 países latino-americanos, entre eles o Brasil, exigem o fim da violência policial no país centro-americano.

Daniel Ortega começou nesta terça-feira o ataque ao grande bastião da resistência na Nicarágua. O país amanheceu com a incerteza do que vai acontecer em Masaya, especialmente no bairro indígena de Monimbó, símbolo dos protestos contra o presidente. As primeiras informações mencionam que entre 1.500 e 2.000 pessoas armadas, incluindo Exército, forças policiais e paramilitares sob o comando de Ortega, haviam bloqueado as entradas para a cidade, localizada a 35 quilômetros de Manágua, para iniciar o cerco a um dos lugares que até agora tinha permanecido impassível perante as forças do Governo. 

A estratégia de Ortega é clara. Qualquer indício de resistência deve ser eliminado antes de quinta-feira, quando se comemoram 39 anos do triunfo da Revolução Sandinista. O aniversário coincide com o momento de maior repressão do regime de Ortega em relação à população, após quase três meses de protestos, que deixaram mais de 300 mortos. Se no fim de semana Ortega decidiu atacar a Universidade Nacional de Manágua (UNAN), o principal bastião da resistência estudantil, agora era a vez de Masaya.

QUEM ESTÁ COM A RAZÃO: ZANIN OU SEPÚLVEDA?

Para defensor de Lula, estratégia de prisão domiciliar era melhor opção

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Advogado do PT e da pré-campanha petista, o ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão apoiou, na noite da segunda-feira (16), a estratégia adotada por Sepúlveda Pertence para a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em detrimento da tese de outro integrante da assessoria jurídica do petista, Cristiano Zanin.
Aragão afirma que, do ponto de vista estratégico processual, o ex-presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) Sepúlveda Pertence estava certo.
"Na medida que Lula ficasse numa prisão domiciliar, ele teria condições de dar entrevista, condições de articular, de encontrar os amigos, ele teria mais liberdade do que estando lá naquele espaço", afirmou Aragão.
"A estratégia do ministro Sepúlveda Pertence foi o de comer pelas bordas e aos poucos ir liberando o regime dele. Acho perfeitamente legítimo. O advogado deve pensar nisso. É o interesse do cliente dele", acrescentou.
As divergências na assessoria jurídica de Lula vieram à tona depois que Zanin desautorizou Pertence publicamente porque o ex-ministro do STF incluiu no memorial da defesa pedido para que o ex-presidente cumprisse sua pena em casa.
Zanin negou que esse fosse um desejo de Lula. O próprio ex-presidente endossou nota contrária à estratégia. Contrariado, Pertence chegou a escrever uma carta para Lula descrevendo seu desconforto.
Para Aragão, é "melhor Lula em casa do que na Superintendência da PF em Curitiba em todos os sentidos".
"Até para mim. É mais perto ir de Brasília para São Paulo do que para Curitiba. E eu acho São Paulo mais interessante como cidade", brincou.
Aragão expôs sua opinião após debate promovido pela seção São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP), onde criticou a normalidade com que se encara a prisão de Lula. 
Segundo ele, "desde o impeachment, tudo parece legal, normal. Mas nada é normal."
Essa declaração foi uma resposta às afirmações do advogado Ricardo Penteado, especializado em direito eleitoral. Penteado, que atuou em campanhas do PSDB, ponderou que Lula é torturado por instrumentos autoritários criados no governo Lula e com o apoio do PT, com a Lei da Ficha Limpa.
Sem lembrar que, à época, Aragão ocupava o cargo de substituto na Procuradoria-geral Eleitoral do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Penteado perguntou onde os participantes do ato de ontem estavam quando foi declarada a inelegibilidade de Paulo Maluf e José Roberto Arruda.
 "O chicote muda de mão", disse Penteado, provocando burburinho na plateia, em sua maioria formada por simpatizantes de Lula, ao afirmar que o ex-presidente é vítima de seu autoritarismo.
Após a intervenção de Penteado, Aragão fez mea culpa. Referindo-se ao governo petista na primeira pessoa do plural ('foi, sim, no nosso governo que se permitiu que fosse criada a lei da ficha limpa"), Aragão admitiu ter rezado a cartilha do punitivismo.
"Fui puntivista mesmo. Agi várias vezes como promotor de forma extremamente dura. É o cachimbo que entorta boca", reconheceu Aragão à saída do debate.
"Tenho essa tranquilidade. Nunca usei a mídia para desconstruir a imagem de quem quer que seja. Um promotor deve usar a mídia para defender interesses coletivos", acrescentou.
Aragão afirma que, como integrante do Ministério Público, conduziu processos que levaram à cassação de  desembargadores. "Mas nunca ouviram falar meu nome. porque nunca fui para a imprensa dizer eu fiz, eu aconteci. É o Ministério Público. Não sou eu", ressaltou.

terça-feira, 17 de julho de 2018

ATIVISTAS PRESOS NO RIO DE JANEIRO, ENTRE ELES, SININHO

Justiça do Rio condena Sininho e outros ativistas à prisão

O Tribunal de Justiça do Rio determinou, nesta terça-feira (17), a prisão em regime fechado de 23 ativistas ligados a atos violentos nos protestos de 2013 e 2014, no Rio de Janeiro. As informações são do G1.
Na sentença, o juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal, não chegou a decretar prisão preventiva dos condenados, que poderão responder em liberdade até que os recursos sejam julgados. O magistrado manteve, no entanto, as medidas cautelares já estipuladas.
A pena da maioria dos presos é de 7 anos de prisão, pelos crimes de formação de quadrilha e corrupção de menores.
Entre os condenados, estão Elisa Quadros Pinto Sanzi, conhecida como Sininho, e Caio Silva de Souza e Fábio Raposo, já condenados e hoje respondendo em liberdade pela morte do cinegrafista Santiago Andrade, da Bandeirantes, em 2014.
Segundo com denúncia do Ministério Público do Rio, os réus, comandados por Elisa,  se reuniram com o objetivo de incendiar o prédio da Câmara Municipal, na ocupação conhecida como Ocupa Câmara, em agosto de 2013.